Sempre quis ir a um show de “O Teatro Mágico”, mas nunca tinha tido a devida oportunidade. Quando descobri que eles estariam em Porto Alegre nessa sexta-feira, na Feira de Agricultura Familiar e Reforma Agrária | Brasil Rural Contemporâneo, decidi que dessa vez não passaria. Essa feira acontece em Poa do dia 13 ao dia 16 de maio e versa sobre práticas sustentáveis, agricultura familiar, etc.
Nunca vi um ingresso para um show tão barato em toda a minha vida. Dez reais a entrada inteira e cinco reais a meia-entrada. Realmente uma forma democrática de disponibilizar a arte, de maneira a atingir os mais diversos públicos. O próprio grupo “O Teatro Mágico” falou no palco sobre a questão da música livre, que é a idéia de criar, copiar, baixar, distribuir a música sem restrições. Os cd’s da banda podem tanto ser comprados nos shows quanto baixados pela internet.
Sobre o show, foi tudo muito lindo. As performances emocionavam a cada segundo. O teatro, a música, a poesia: A ARTE. As palavras cheias de sabedoria, a energia do público que vibrava a cada música. Não tem explicação a fusão das mais diversa manifestações artísticas ao mesmo tempo, na mesma apresentação, pelos mesmos artistas.
Nunca vi nada igual na minha vida.
Quem ainda não conhece “O Teatro Mágico”, por favor, não perca mais tempo e acesse: http://oteatromagico.mus.br





A história é a seguinte: dois irmãos. Um, mecânico, Terry (Colin Farrel), com o vício da jogatina se afunda em dividas e fica devendo uma grana preta. O outro, Ian (Ewan McGregor), trabalha no restaurante do pai a contragosto, tem o sonho de ter seu próprio negocio e conhece uma linda atriz por quem se apaixona e para a qual mente ser um influente empresário. Ambos, metidos em encrenca, logo vêem a luz quando seu tio Howard (Tom Wilkinson), um médico e dono de clínicas podre de rico, volta a Londres por uns dias. Eles pedem dinheiro ao tio, que diz dar sem problemas, mas em troca, é claro, precisa de um favorzinho. O tal favor é o que desenrola o filme e coloca em jogo tanto a visão ética e moral dos personagens, quanto a nossa.